Sou o doce anjo da morte
Apenas feche os olhos e sinta seu corpo congelar
Com meu doce beijo da morte te envio ao mundo dos sonhos
Deixe a escuridão te abraçar
Aqui você está seguro e ninguém pode te machucar
Esqueça toda a dor e aquele imenso vazio
Agora você tem um amigo com quem pode contar
E num mundo de sonhos você vai poder mergulhar
A lua é sua guia,
Vamos aonde sua imaginação desejar.
Não corras atrás de mim, não me venere,
Apenas respire e saiba que posso te encontrar.
Ei olhe pra você agora,
E por favor, diga que não vai embora. Ei olhe pra você agora Tu já não és como de outrora. Tu que és tão belo e impetuoso. E que possuí um coração generoso. Pobre coitado, Que não consegue preencher a sua essência. De joelhos, implorando por clemência. Por que toda essa insegurança? O que você precisa é ter esperança. Quero que você respire fundo. E sinta que está profundo. Mesmo que nada esteja ao seu favor e ninguém esteja ao teu lado. Mesmo assim continue a caminhar e a ser disciplinado.
Sinto o gosto de sangue
Misturado com o amargor de minha ferida
Sangue doce como vingança
Em contradição ao azedo de minhas lembranças
Sangue este que me impulsiona
Leva-me ao delírio e a sede pelo prazer
O prazer que não posso ter
Meus pensamentos me paralisam e me levam a gemer.
Agonia interminável
Que me aprisiona como um rato encurralado
Congelado no aqui, no agora e no passado
Agonia interminável que me segue de forma impecável.
Perco o fôlego,
Minha pele esbranquiçada,
Minha mente congelada,
Meus olhos espremidos.
Sou uma alma atormentada por sua sede não saciar!
Desde destino cruel eu não posso escapar.
As únicas coisas hoje que poderiam me salvar,
São as mesmas que me levam a querer me suicidar!
Agonia que torce e retorce
Que faz com que eu durma de dia, e a noite, fique acordado.
Afogo-me na dor e no desespero
Sem saída por todos os lados afundo-me em meu passado.
O crucifixo, um cargo a que carrego
Agonia suprema da alma
Cada vez mais me sinto mais aprisionado
Como se eu estivesse em um cárcere privado
Por mais que eu tenha aflição
Devo confiar, e seguir minha intuição.
Condenado a vagar por emoções reprimidas,
Este refúgio imaginário me impede de despertar.
Dor e ódio me consomem.
Eu estou muito cansado sabe?
Eu estou exausto,
E preciso descansar.
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